Retenção de pessoas nas empresas é meta para 2016

Retenção de pessoas é o principal foco das empresas para seus quadros de funcionários em 2016, revela estudo divulgado pelo LinkedIn. Os resultados mostram que a principal preocupação do gestores é fazer com que os funcionários permaneçam na empresa.

Em todo o mundo 3.894 recrutadores foram ouvidos, entre eles 231 brasileiros, durante um período de 2 meses no ano de 2015. A retenção de pessoas foi mencionada por 42% dos entrevistados, quando questionados sobre as metas para o ano de 2016.

Logo atrás da retenção de pessoas, as principais estratégias relatadas foram o recrutamento de talentos com alta qualificação – 33% das menções, e melhoria na qualidade de novas contratações – 31% das menções.

Em contrapartida, o estudo demonstrou que promoções internas não fazem parte das estratégias mais relevantes para os gestores de RH no ano de 2016.

Ritmo desacelerado

Os dados mostram que desde o ano passado o volume orçamentário, e de contratações tem crescido mais lentamente nas empresas.
Com valores mais enxutos para investimento, as companhias relatam ter dificuldades no momento de contratar – 55% dos entrevistados relatam que a remuneração é o principal obstáculo para atrair novos funcionários, enquanto 35% mencionaram a concorrência entre empresas pelos melhores profissionais.

Quadro Geral da Retenção de Pessoas

As principais mudanças no mercado de trabalho são causadas pelo quadro econômico e social, exigindo maior seletividade das empresas, que passaram a selecionar com maior rigor as competências e conhecimentos dos candidatos. Considerando o alto nível de qualificação exigida dos candidatos, são poucos os que conseguem preencher todos os requisitos.

Diante desta premissa, fez-se necessário uma reforma na prática de gerir pessoas, que passou a reconhecer o capital intelectual como um poderoso ativo intangível que abre as portas para que o talento torne-se um componente crítico para o progresso da performance corporativa. Não se trata apenas de ter talentos na organização, mas de propiciar meios que os permitem desenvolver suas habilidades e aplicá-las na medida certa das expectativas da empresa. Assumir uma postura diante dos talentos sem esta preocupação eleva as chances de torná-los talentos frustrados.

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